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Internacionalização - Novos Desafios/Novos Riscos

28-09-12Na conjuntura económica e social adversa que se vive atualmente em Portugal, a internacionalização é cada vez mais uma necessidade, e em alguns casos uma “obrigação”, para as pessoas e empresas que procuram alargar, potenciar e otimizar as suas competências, recursos e conhecimentos noutros mercados ou países.

O processo de internacionalização exige geralmente um investimento elevado, tanto ao nível dos recursos financeiros como dos recursos humanos envolvidos. As empresas passam a ter uma maior exposição, o que faz com que tenham de delinear estratégias de internacionalização e de gestão do risco cuidadas, continuadas e consistentes, de forma a evitarem falhas no processo que possam comprometer o futuro da própria empresa.

Uma das primeiras preocupações é proporcionar aos expatriados um nível adequado de proteção, no caso de despesas hospitalares, médicas, assistência, repatriamento por acidente ou por doença e evacuação.

Atento a esta realidade, o mercado de seguros disponibiliza interessantes planos de benefícios, com soluções abrangentes e adaptáveis a realidades e geografias distintas, bem como a cobertura para outro tipo de riscos, nomeadamente:

    •    Riscos Políticos, em caso de expropriações e confiscações dos ativos da empresa causados por revoltas populares, guerra ou intervenção do governo local;

    •    Riscos de Crédito, em caso de insolvência ou incumprimento dos contratos por parte dos clientes/parceiros locais;

Por outro lado, os programas internacionais são uma importante ferramenta para empresas com localizações em diversos países, combinando Apólices Master com Apólices localmente admitidas, de modo a garantir a coordenação central dos seguros e proporcionar uma uniformidade de condições a nível mundial, com as consequentes vantagens daí decorrentes, seja ao nível das economias de escala que se podem alcançar, seja ao nível da regularização de sinistros que venham a ocorrer.

O apoio e serviço local aliado a uma gestão integral e centralizada no país de origem deverá ser preferencialmente acautelado e assegurado por consultores especializados em todas as fases do processo de internacionalização, em estreita e efetiva ligação com a estratégia da empresa, no sentido de potenciar, em qualquer momento, as soluções adaptáveis às reais necessidades e expectativas das empresas.

Os consultores e corretores de seguros, com presença e experiência internacional, têm um papel preponderante neste processo não apenas em termos de aconselhamento técnico especializado em matéria de gestão de risco mas também em termos de desenho, implementação e gestão de programas de seguros, tanto a nível corporativo como a nível local.

A Costa Duarte tem apostado nos últimos anos numa estratégia de internacionalização tendo atualmente presença direta em três continentes, com participações em Corretores de Seguros em Espanha, no Brasil e em Angola.

Para além destas participações, a Costa Duarte integra uma importante network de parceiros internacionais que lhe permite servir os seus Clientes em qualquer ponto do mundo e partilhar know-how e experiências.

Martim Costa Duarte, OJE Especial Corretores
Sexta-feira, 28 de Setembro de 2012

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