home pt 1

rede

Seguros Corporativos

27-06-13Embora nem todos os actores tenham essa consciência o seguro, no âmbito duma Política de Gestão de Riscos, no contexto empresarial, é tão crítico quanto o financiamento da actividade no desenvolvimento consolidado das organizações. Se este último permite o aparecimento de novos projectos e o caminhar para novos mercados, aquele assegura a estabilidade do negócio no tempo, mitigando os riscos operacionais e conjunturais aos quais a organização se encontra exposta.

Reduzir a contratação da carteira de seguros a uma questão de “selecção pelo menor custo”, sem levar em linha de conta a amplitude das exclusões, a abrangência das coberturas e as franquias associadas, pode revelar-se um erro de consequências trágicas para a empresa e para o gestor que assim age. Embora os tempos que vivemos sejam de forte contenção de custos, sobretudo daqueles que têm carácter recorrente, como sucede com os seguros, a qualidade da apólice, entendida como a sua adequação às necessidades reais da empresa, não pode ser prejudicada no momento da escolha. Uma apólice de seguro mal concebida, que não garanta riscos críticos ou com níveis de franquias desadequadas, poderá colocar em causa a estabilidade financeira da empresa e, em extremo, a sua sobrevivência.

Num mundo cada vez mais plano, de mercados e competidores globais, definir e implementar uma Política de Gestão de Risco adequada à realidade e estratégia da organização é crucial.

De forma genérica, a Política de Gestão de Risco, aplicada de forma transversal em toda a organização e nas diversas geografias, deve:

    •    Garantir a protecção de todos os activos, do balanço, da actividade operacional e dos colaboradores;

    •    Salvaguardar responsabilidades e assegurar o cumprimento com as exigências legais em todos os mercados onde a organização opera;

    •    Garantir a economia das apólices de acordo com as melhores práticas do mercado em termos de preços, coberturas, exclusões e franquias, alcançando o value for the money;

    •    Assegurar que fornecedores ou prestadores de serviços cumprem os requisitos legais quando exercem a sua actividade nas instalações da organização ou se encontram ao seu serviço e representação;

    •    Posicionar as coberturas e apólices contratadas como potencial de diferenciação da organização num mercado competitivo e dinâmico;

    •    Estabelecer critérios uniformes de cobertura para cada natureza de seguro, levando em consideração as especificidades operacionais;

    •    Definir as coberturas em função do efectivo valor das mesmas a prazo, numa abordagem custo/beneficio;

    •    Controlar a carteira de seguros e a política que os rege de modo a acompanharem a evolução do negócio e a estratégia da organização;

Nesta tarefa, o Corretor de Seguros perfila-se como o parceiro ideal no apoio profissional aos gestores do processo nas suas várias fases.

O critério de seleção do Corretor deverá ter em consideração para além do histórico profissional, prudencial, reputacional e de conhecimento específico do negócio, também a presença e os contactos internacionais que permitam de uma forma centralizada acrescentar valor, nomeadamente no que respeita ao desenho e implementação de programas internacionais que cumpram com o compliance legal e fiscal nas várias geografias onde a empresa actua.

Em conclusão, o programa de seguros corporativo, devidamente enquadrado na Política de Gestão de Risco, deve ser uma das principais preocupações dos gestores que, nesse caminho, devem (e podem) contar com o apoio profissional do Corretor de Seguros.

Carlos Silva 
Quinta-feira, 27 de Junho de 2013 

Voltar à lista | Ir para o topo | Download disponível